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Comissão de Controle de Infecção Hospitalar
Fique atento às recomendações da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hemoam:
1 – Lave sempre as mãos – Antes e depois de entrar em contato com o paciente. Para isso, use água e sabão. Nós, do Hemoam, também oferecemos Álcool-Gel, que deve ser sempre usado quando não houver sabão líquido. Pergunte à enfermagem sobre a técnica correta de lavar as mãos. Lembre-se, evite desperdícios.
2 – Não sente no leito do paciente, ainda que o mesmo esteja desocupado – O estado de higiene da cama do paciente tem um papel decisivo na sua recuperação. Colabore.
3 – Evite contato com outros pacientes – Nesses momentos difíceis, sempre queremos ajudar ao próximo mas, às vezes, acabamos, sem querer, atrapalhando o tratamento, transmitindo germes para os pacientes.
4 – Visitas – São sempre bem-vindas mas, lembre-se, que quanto menor for o número de visitantes, menores serão as chances de alguém transmitir uma doença que ainda não se manifestou, como, por exemplo, um resfriado.
É por essa razão que pedimos aos familiares e amigos, que não visitem nossos pacientes quando houver na sua residência ou trabalho, alguém com algum sintoma ou sinal de doença infecciosa, como febre, corrimento nasal, tosse ou manchas pelo corpo. Você também deve evitar a visita, se estiver com feridas nas mãos ou com feridas com saída de secreções.
Lembramos, ainda, que crianças que foram vacinadas recentemente para doenças virais (catapora, sarampo e rubéola), também não podem visitar pacientes, pois existe o risco de transmissão desses vírus. Qualquer dúvida, pergunte ao seu médico.
5 – Jornais e revistas – Ajudam a passar o tempo, mas para alguns pacientes, principalmente aos submetidos a transplantes, podem ser transmissores de fungos causadores de doenças. Sendo assim, evite revistas velhas ou feitas de papel reciclado. E quanto aos jornais, eles devem ser autorizados pela enfermagem.
6 – Plantas – Sempre alegram o ambiente, mas também podem carregar fungos causadores de doenças. Por isso, nada de plantas nas enfermarias.
Lembramos que essas doenças, que para nós são corriqueiras, para o nosso paciente podem ser desastrosas.
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